no fluir da metonímia 2

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

estudos de soreg. o poema de Oswald de Andrade e a imagem.

imagem 1 [autor anônimo] e suas derivações sequenciadas




















































imagem 2  [foto de Kyle Rodriguez]  e sua derivação




















imagem 3: as composições




























imagem 4 - a palavra e a imagem 

[clique na imagem para vê-la aumentada]












quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Shiki - Japão






























segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Pot-pourri s/n
































pot-pourri é uma construção poética realizada com poemas meus: seus versos são extraídos de outros. Este foi assim construído:


verso 1. extraído do poema um olhar enviesado pode ser doce

verso 2. extraído do poema as águas novas


verso 3. extraído do poema como criança sem compostura

verso 4. extraído do poema como uma oração na carne


verso 5. extraído do poema nem sempre há versos à tona

verso 6. extraído do poema interstício







domingo, 1 de novembro de 2009





imagem: hassan farahani




sem pormenores de estrelas     [pot-pourri 5.    31.10.09]


sonia regina


albergados, nessa chuva que cai em hiatos,
momentos graves [e nem por isso menos doces]
sem pormenores de estrelas


enxergar é ver além daquilo que se mostra.










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o poema acima teve seus 4 versos extraídos de outros 4 poemas:


verso 1. extraído do poema
hiatos e instantes de areia
verso 2. extraído do poema esboço
verso 3. extraído do poema sem asas nas manhãs diversas
verso 4. extraído do poema sem razão






terça-feira, 27 de outubro de 2009






































este poema foi construído com versos de outros poemas:


sem a carne, a poesia míngua
- em míngua, a poesia


vinda da noite virada do avesso, tornada dia.- em o cheiro do mar me invadia e me embriagava

mordo o pensamento - em no azul, desfruto

[do intermédio entre o gesto e o pouso]- em entre o gesto e o pouso

o afeto agreste, sem resumo possível - em ermos não sucumbem

desprendendo-se das raízes - em futuro do pretérito, no presente









imagem: Pnina Evental

arte digital: soreg




sábado, 24 de outubro de 2009

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

imagem: sue anna joe - arte digital: soreg

 
 
 
 
 

sexta-feira, 23 de outubro de 2009



o pouso da libélula



sonia regina



não há uma maneira de olhar as folhas em dia nublado.
o sol não as rompe ou anima. ilumina-as
e o verde resplandecente não lhe é resposta


o que pode pretender minha escrita senão mencionar
o recorte verde no cinza?


a luz atravessa as nuvens e se realiza.
as folhas mexem-se com a brisa esquiva,
a claridade balança


há um vigor silencioso na inércia do rio
e a ausência de som não é desprovida de sentido


a aridez da escrita se desordena
com o pouso da libélula
e expulsa a banalidade


corto as idéias e espreito os versos, surpreendida
na maneira de olhar as folhas em dia nublado.


[23.10.09]




imagem: River Silence, by Valentyn Odnovyun




quinta-feira, 22 de outubro de 2009

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 
 

domingo, 18 de outubro de 2009



















 
 
 
 
 
 

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